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O Ser Humano Como Uma Máquina

Sempre aprendemos, ou ao menos ouvimos falar que o ser humano funciona como uma máquina, até aí tudo bem. Esse vídeo Henning M. Lederer mostra o corpo realmente como se fosse uma máquina, na verdade como uma industria com sua linha de produção. Vale a pena….

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Paradigma. Você já quebrou o seu hoje?

Eu me lembro que a alguns anos atrás, qualquer coisa entre 10 e 15 anos, eu me deparei com essa palavrinha complicada. Na época não entendi muito bem o que ela queria dizer e tão pouco a significância da sua ação prática. Portando, o que aconteceu? Esqueci claro… Mas hoje ao vasculhar os horizontes perdidos da “Internê” eis que ela me surge. Li um texto simples, muito bem escrito e bem didático do que é Paradigma.

Vou colocar aqui o texto para vocês, incluindo os vídeos que estão associados a ele. Aproveitem…

O conceito…

Paradigma (do grego Parádeigma) literalmente modelo, é a representação de um padrão a ser seguido. É um pressuposto filosófico, matriz, ou seja, uma teoria, um conhecimento que origina o estudo de um campo científico; uma realização científica com métodos e valores que são concebidos como modelo; uma referência inicial como base de modelo para estudos e pesquisas.

São os parâmetros que orientam a compreensão de mundo e de nós mesmos, estruturando assim uma “visão de mundo”. De uma maneira simples podemos afirmar que os paradigmas são como os nossos óculos… é a forma que enxergamos.

É interessante observarmos que os paradigmas estão presentes na sociedade como um todo: escola, religião, família, valores, moral, ética, estado, tecnologia…

Para o filósofo Thomas Kuhn um paradigma “é aquilo que os membros de uma comunidade partilham e, inversamente , uma comunidade científica consite em indivíduos que partilham um paradigma”. Apresentou assim a Teoria da Evolução da Ciência, por meio de revoluções, geradas pela mudança de paradigmas. Identeificando dois momentos dessa revolução: a) as ações dos cientistas orientam-se por paradigmas aceitos; b) uma crise leva à ruptura e busca novos paradigmas que orientem mudanças.

Para entender melhor…

As civilizações já sofreram diversas “crises de paradigma”. Por exemplo, quando as tribos deixaram o nomadismo para se fixar em um lugar, iniciando a agricultura; ou quando, na Grécia Antiga, apareceram as primeiras póleis(cidade), evento que, aliado a outros, como a escrita, acelerou a passagem da predominância da compreensão mítica do mundo para uma inteligibilidade mais crítica e reflexiva.
Também a partir dos séculos XVI e XVII, a visão tradicional cristã — teocêntrica —, herdada da Idade Média, começou a entrar em crise com o desenvolvimento do capitalismo, o processo de urbanização e a ascensão da burguesia. Inúmeros outros acontecimentos ajudaram a gestação do período conhecido como modernidade, tais como a descoberta e a colonização do Novo Mundo, o sistema heliocêntrico de Copérnico, a revolução ciêntífica de Galileu e a filosofia racionalista de Descartes no século XVII.

A adaptação não é fácil… é passar da teoria para a prática…

Fonte: Blog Filosofia e Vida

Da Ciência à Arte

 

Pesquisadores do Centro Multidisciplinar para o Desenvolvimento de Materiais Cerâmicos (CMDMC), ligado à Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), e do Instituto Nacional de Ciência dos Materiais em Nanotecnologia (INCTMN) estão fazendo Arte a partir de dados científicos…

O Projeto NanoArte reúne imagens de nanopartículas de materiais cerâmicos obtidas por microscopia eletrônica de alta (altíssima) resolução, pela escala nas figuras é possível imaginar o quanto esse tipo de microscopia é potente. A escala é da ordem de nanometros, ou seja 0,000000001 metros.

Segundo Antonio Carlos Hernandes, professor do Departamento de Física e Ciência dos Materiais do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da Universidade de São Paulo (USP), a proposta do projeto é popularizar o nanomundo dos materiais e estimular a curiosidade científica a partir das imagens.

 

Algumas imagens para vocês se divertirem.

 

Óxido de Estanho

 

 

Óxido de Zinco

 

Seja lá o que for é muito bonito...

Algum Biosensor

Não! Não é uma teia de aranha...

 

Para quem quiser ver mais dessas microscopias é só acessar: NanoArte Virtual

 

 

 

Estranha Sensação

 

Já tiveste a sensação de observar o mundo de fora? De não entender nada e se perguntar o que está acontecendo? De se sentir como que caído de paraquedas ou mesmo como E.T,? Já falaste para ouvidos ímpios e ignorantes acreditando que falava sua língua, mas na verdade só ouviram de ti palavras ao acaso que juntas formaram a versão da história boa e coerente para eles?

Já?

Não?

Parabéns, sois parte do rebanho! Sinto por você.

Quando tiveres ouvidos e raiva suficiente, me procure… Assim quem sabe minhas palavras farão mais sentido e poderemos superar o rebanho!

(Autor desconhecido)

Mas que se inspirou em Nietzshe eu não tenho a menor dúvida.

A Janela

Esse texto de  “Autor Desconhecido”  me foi enviado por e-mail. Após lê-lo fiquei matutando uns dois dias, e ainda penso nele constantemente. Como eu gostei dele, achei por bem dividi-lo com vocês.

 

Certa vez, dois homens que, seriamente Doentes, Estavam na mesma enfermaria de um grande hospital. O cômodo era bastante pequeno, e nele havia uma janela que dava para o mundo. Um dos homens tinha, como parte do seu tratamento, permissão para sentar-se na cama por uma hora durante as tardes (algo que ver com uma drenagem de fluido de seus pulmões).
Sua cama ficava perto da janela. O outro, contudo, tinha de passar todo o seu tempo deitado de barriga para cima.
Todas as tardes, quando o homem Cuja cama ficava perto da janela era colocado em POSIÇÃO sentada, ele passava o tempo que o Descrevendo via lá fora. A janela aparentemente dava para um parque onde havia um lago.
Havia patos e cisnes no lago, e as crianças iam atirar-lhes pão e colocar na água barcos de brinquedo. Jovens namorados caminhavam de mãos dadas entre as árvores, flores e havia, gramados e jogos de bola. E ao fundo, por trás da fileira de árvores, avistava-se o belo contorno dos prédios da cidade.
O homem deitado ouvia o sentado descrever tudo isso, apreciando todos os minutos. Ouviu sobre como uma criança quase caiu no lago, e sobre como as garotas bonitas Estavam em seus vestidos de verão.
As descrições do seu amigo eventualmente o fizeram sentir que quase podia ver o que estava acontecendo lá fora …
Então, em uma bela tarde, ocorreu-lhe um pensamento: Por que o homem que ficava perto da janela Deveria ter todo o prazer de ver o que estava acontecendo? Por que ele não podia ter essa chance?
Sentiu-se envergonhado, mas quanto mais TENTAVA assim não pensar, mais queria uma mudança. Faria qualquer coisa!
Numa noite, enquanto olhava para o teto, o outro homem subitamente acordou tossindo e sufocando, suas mãos procurando o botão que faria a enfermeira vir correndo. Mas ele o observou sem se mover … mesmo quando o som de respiração parou.
De manha, a enfermeira encontrou o outro homem morto, e silenciosamente levou embora o seu corpo.
Logo que pareceu Apropriado, o homem perguntou se poderia ser colocado na cama perto da janela. Então colocaram-no lá, aconchegaram-no sob as cobertas e fizeram com que se sentisse bastante confortável.
No minuto em que saíram, ele apoiou-se sobre um cotovelo, com dificuldade e sentindo muita dor, e olhou para fora da janela. Viu apenas um muro …

O Beco

beco

 

Um Beco é por definição sem saída, escuro e claustrofóbico.

Isso me soa familiar, ainda ontem confundi o Beco com Vida! A Mente nos prega cada peça! Será mesmo que ela nos faz isso ou nos revela a sua face?

O Beco é a metáfora da vida, é onde após passear pelas largas avenidas se é largado à própria sorte, outra metáfora surge aqui, as largas avenidas nada mais são que as ilusões e como tal são largas, charmosas, arbirizadas (cuidado! os enforcados podem residir nas árvores!), retas e sem fim.

Mas como se chega ao Beco?

Simplesmente se é largado pela ação do Outro que determina que você não é apto o bastante para avançar na avenida e ver e experimentar aquilo que está logo ali, pois crê que Avenida é sua e que a partir dali os seus trajes (mais uma metárora, mas essa deixo para vocês pensarem. pensamentos ou ideais) não são mais compatíveis e então … o Beco, hei-lo ali, esperando por ti. Mas os Becos são muitos e nominais, cada um tem o seu, mais cedo ou mais tarde se chega a ele.

Mas existem aqueles que fingem que não vêem seu beco e tentam ir em frente na Avenida, mas eles não são poupados, eles são os Enforcados das árvores…

Do beco ainda há como sair, boas almas existem, mas da avenida e da forca não há salvação…

 

Escrito por: Gabú – em 22/10/09 as 23:00h

Amor Cósmico

Queridos Leitores Amigos, sei que ando sem atualizar aqui. Eu não esqueci de vocês, mas ando trabalhando MUITO. Dentro de alguns dias eu volto com os textos sobre envelhecimento e com mais novidades.

Por hora vou deixar vocês aqui, com a letra de uma música que eu tenho ouvido a exaustão. Acredito que muitos de vocês não a conhecem, mas aproveitem para conhecer, é realmente muito bonita e com uma mensagem muito bela.

amor cosmico

Amor Cósmico (Oliveira de Panelas)

E a terra era criancinha ainda
quando eu comecei te amar.
Eu venho dos anos, das eras, que longe se acham daqui,
Contigo cantei a canção no espaço maior,
Em forma de luzes de um mundo melhor
Mas foi necessario partir

Eu lembro da primeira vez que te vi,
Milênios de instantes de mim para ti,
Num só paralelo de imensidão
Estamos aqui.

Viemos de longe,do largo,do alto
Profundo
Cercado de inícios de todos os mundos
Sem poder parar.

E a  terra era criancinha ainda
Quando eu comecei te amar.

Partimos maneiros, ligeiros
Qual luzes bricando com fogo no ar

E a terra era criancinha ainda
Quando eu comecei te amar

Jurei a promessa de minha missão
Que quando estivesse contigo no chão
Pagaria toda promessa que fiz.
Então desse amor que nasceu de nós dois
Que nasça outros grandes amores depois
Sementes plantadas pra um mundo feliz

No processo lindo que te conheci,
Mil razões eu tenho pra não te deixar,
Na vida eu estou, da vida eu saí
Na vida eu irei te encontrar

E a terra era criancinha ainda
Quando eu comecei te amar.

Para saber mais sobre Oliveira de Panelas: http://culturanordestina.blogspot.com/2006/09/oliveira-de-panelas-biografia.html